Rodrigo, uma estreia em Nearshore na PrimeIT

Rodrigo, uma estreia em Nearshore na PrimeIT

Setembro 16, 2020

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1.Rodrigo, desempenhas funções na equipa Prime Nearshore para uma plataforma de fundos europeia. Em que se baseia o teu trabalho e com que tecnologias operas?

A plataforma para a qual trabalhamos hoje está entre os líderes europeus no ramo de fundos, a qual tem vindo a expandir-se cada vez mais para outros países, tendo já em mira o continente asiático, com uma sede em Singapura. O meu trabalho consiste em liderar a equipa PrimeIT, de forma a que possamos desenvolver os projectos pertencentes ao cliente, com o maior nível possível de qualidade e competência. Em termos tecnológicos, temos como core as tecnologias Microsoft .Net e SQL Server, sendo o sistema orientado por uma arquitectura de micro serviços.

 

2.Há quanto tempo estás na equipa Prime Nearshore e como descreves esta experiência profissional?

Há pouco mais de um ano que estou a trabalhar no Prime Nearshore e posso dizer, com certeza, que tem sido uma das experiências mais enriquecedoras que já tive ao longo dos meus 15 anos de carreira em IT, tendo o privilégio de aprender sempre algo todos os dias.

 

3.Fala-nos um pouco do teu percurso até chegares à PrimeIT? Já tinhas feito parte de algum projecto de Nearshore anteriormente?

Nasci e cresci em São Paulo, no Brasil. O meu pai é português e emigrou para o Brasil quando tinha apenas 5 anos, e a minha mãe é neta de um português. Portanto, cresci emergido na cultura lusitana, mesmo estando no Brasil e, logo que pude, obtive a dupla nacionalidade, para caso tivesse a intenção de algum dia mudar-me para um país europeu. Em 2005, conclui a licenciatura em Ciência da Computação na USJT e, em 2011, terminei a pós-graduação em Engenharia de Software no ITA. Nestes quase 15 anos de experiência em IT, passei por diversos desafios em diversas áreas, sendo que em 2014 morei 1 ano na Austrália para trabalhar e aprimorar o inglês. Em 2019 tomei a difícil decisão de sair do Brasil e mudar-me para Portugal. País que me recebeu de braços abertos e que posso dizer que me sinto verdadeiramente em casa. Fazer match com a PrimeIT foi apenas uma questão de poucos meses, a partir do momento em que cheguei à terra do Cristiano Ronaldo. Em quase meados de 2019, a PrimeIT apresentou-me o projecto que começaria de raiz, com uma equipa completamente nova e eu resolvi encarar este novo desafio de trabalhar pela primeira vez em nearshore.

 

4.Quais as vantagens, enquanto profissional, de integrar um projecto de Nearshore em vez da consultoria presencial nos parceiros em Portugal?

Trabalhar em Nearshore significa ter uma relação diária com pessoas de outro país, sem a necessidade de mudar de casa. Esse contacto agrega não só em termos tecnológicos mas também no âmbito cultural. No nosso processo de onboarding, passámos 10 dias na Suécia, o que foi muito importante para nos conhecermos pessoalmente e adquirir uma maior sinergia junto do cliente, criando assim um ambiente com muito mais empatia. Acredito que o processso de conhecimento presencial do cliente, principalmente no caso de Nearshore, tem o poder de quebrar diversas barreiras e tornar toda a sequência do trabalho muito mais natural e tranquila.

 

5.De que forma é que esta experiência é enriquecedora para ti a nível pessoal? E porquê?

Quando aceitei o projecto de ter uma equipa de raiz, sem sequer conhecer as pessoas com quem iria trabalhar e como o iríamos fazer, sendo no formato Nearshore sabia que seria um desafio e tanto, e que traria uma carga rica em desenvolvimentos pessoais e culturais. Por nunca ter trabalhando com um projecto na modalidade Nearshore, tinha muitas dúvidas e incertezas de como seria essa relação com o cliente. Fui surpreendido positivamente, são experiências que levamos para a vida, para a carreira profissional, e hoje não vejo mais barreiras entre países, ainda para mais, após a pandemia ter obrigado todas as empresas a começaram a trabalhar da maneira como já trabalhavamos (à distância).

 

6.Se tivesses que resumir a cultura PrimeIT/PrimeNearshore a um desconhecido, o que dirias?

Já trabalhei em diversas empresas em que os funcionários eram apenas recursos e sinto que a PrimeIT é uma empresa que maioritariamente preocupa-se com o bem-estar do consultor. O facto de ter uma política virada para a felicidade de cada um, com reuniões de feedback, formações, festas, competições internas, área de relaxamento e etc, aproxima e integra os consultores, e trancende qualquer seriedade de um ambiente formal tornando tudo muito mais leve.

 

7.Quais são as tuas expectativas para o futuro na PrimeIT?

Tratando-se de Nearshore, sinto que esta é uma tendência mundial e que tende a crescer cada vez mais. Existem muitas ferramentas com métricas de produtividade e desempenho dos membros da equipa e, após a pandemia do COVID-19, as empresas perceberam que as equipas podem render tanto ou muito mais à distância e, por essa razão, acredito que esse será cada vez mais o futuro na PrimeIT e o caminho a se seguir.